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Nova Lei pode ter impacto variável no preço do custo do frete. A CARGOLIFT esteve presente do evento promovido pela NTC&Logística voltado para transportadores e embarcadores no dia 26 de julho em São Paulo.

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Nova Lei pode ter impacto variável no preço do custo do frete.



O evento contou com a presença de mais de 600 participantes entre eles os importantes embarcadores como Carrefour, Unilever, GM, Scania, Caterpillar entre outros.



O Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC – Decope – apresentou um estudo sobre os Impactos de Custos que a nova lei de regulamentação da profissão de motorista pode ter no preço dos fretes no país.

O presidente da NTC, Flávio Benatti, deu início ao evento e enfatizou que hoje “o embarcador que quiser um transporte de qualidade, precisa discutir com seu transportador todo o processo logístico, para que a lei 12.619 seja seguida em sua integridade”.

Na apresentação de Lauro Valdívia, engenheiro do Decope, foram apresentados diversos cenários no transporte de cargas, com diferentes quilometragens, carga fracionada, carga lotação, além da utilização de um ou dois motoristas no caminhão. O estudo do Decope considerou gastos fixos (mensais) e variáveis (por km rodado), mais custos indiretos, que compõe a planilha de custos operacionais padrão.

Segundo Valdívia, a mão de obra junto com o combustível, independentemente da operação, são os principais itens que compõem o custo do frente. “A produtividade do caminhão depende do tempo que ele está disponível para operar”, explicou. Considerando as variáveis de distância, quilometragem, tempo de carga e descarga, horas e dias de disponibilidade do veículo e quantidade de motoristas por caminhão, os impactos variam muito e é difícil mensurar um valor exato de aumento. O tipo de veículo não altera muito os custos.

A pesquisa mostra que “os prazos de entrega precisam ser revistos”, segundo Valdívia. Na ocasião, ele sugeriu um cálculo bem simples para essa revisão, que seria a multiplicação do prazo anterior à lei por 1,56.





O evento contou também com a palestra do diretor jurídico da NTC, Marcos Aurélio Ribeiro, e do assessor jurídico da entidade, Narciso Figueiroa Júnior, que abordaram os aspectos jurídicos da nova legislação. Ribeiro lembrou que os Estados Unidos têm uma legislação exclusiva ao motorista profissional desde 1939, e a Europa controla a jornada de seus motoristas desde 1985.

Durante a palestra de Narciso Figueiroa foram tratadas as alterações que a lei trouxe para a CLT – Consolidação das Leis de Trabalho -, como o pagamento de horas extras, tempo de espera, repouso diário e descanso semanal de 35 horas para motoristas de curtas distâncias e de 36 horas para longas distâncias. Figueiroa explicou também que o tempo de espera não se computa à jornada de trabalho, e deve ser remunerado com 30% da hora normal a critério de indenização.

Luís Antonio Festino, coordenador do Grupo de Trabalho da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres – CNTTT – apresentou ao público os vetos que a Lei recebeu da presidência, no que diz respeito aos pontos de parada nas rodovias.





Ao final do evento, todos os palestrantes ficaram à disposição da plateia para responder as dúvidas e por fim, todos esperam que a parceria entre transportadores e embarcadores prevaleça para que assim minimizem os custos do tempo de carga e descarga por exemplo e enfrentem juntos os impactos da nova lei.12.619.

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